Os desafios do PPCP na Indústria Alimentar e as suas soluções
Que a indústria alimentar e de bebidas está em franca expansão não é novidade. A sua facturação cresceu 12,8% e 16,9% em 2020 e 2021 respectivamente. Os bons números do setor em 2021 representaram 10,6% do PIB nacional, sendo R$ 766,3 mil milhões oriundos da indústria alimentar. O número de postos de trabalho também aumentou nos últimos anos. Só em 2021, 21 mil novos postos foram criados para responder ao crescimento da procura (Fonte ABIA — Associação Brasileira da Indústria de Alimentos). Aumento esse acompanhado por uma concorrência cada vez mais acirrada e pela necessidade de diversificação de produtos para responder a restrições alimentares e a paladares mais exigentes.
Mas nem tudo são flores neste cenário. O início da pandemia da Covid-19 trouxe consigo mudanças extremas que exigiram, mesmo das empresas mais planeadas e visionarias, uma rápida resposta perante as adversidades. A ampliação da difusão e da fração da procura, e a diminuição da carteira e da visibilidade da procura foram apenas alguns dos impactos sofridos pelas indústrias de diversos setores, incluindo a indústria alimentar. Some-se a isso a diversificação de produtos (sabores, formatos e restrições alimentares que aumentam consideravelmente os tempos de setup), as problemáticas e custos de armazenagem, e, a não ser que a sua indústria tenha um bom processo de Programação e Planeamento fabril, o caos está instalado.
Os principais desafios da indústria alimentar foram aflorados pela situação pandémica. A variabilidade na cadeia de abastecimento, desde o fornecimento à procura, fez com que a gestão de stocks se tornasse ainda mais crítica para evitar sobre-stock e ruturas, assim como a gestão da produção tem de ser ainda mais responsível para acomodar mudanças inesperadas em tempo útil. Perecibilidade (shelf life), restrições de armazenagem para stocks voláteis, os problemas de setup e balanceamento decorrentes do aumento de SKUs do mercado moderno são apenas alguns dos desafios desta indústria ao nível de planeamento e programação de produção.
O lado positivo de tudo isto? Todos esses problemas são solucionáveis! Com as ferramentas e o aconselhamento corretos é possível reduzir os stocks de maneira saudável e ágil, aumentar a produtividade com o agrupamento de ordens de produção semelhantes, reduzir as ruturas a partir da sua identificação antecipada e ganhar agilidade de forma exponencial. Sem contar a redução dos tempos de setup, que tradicionalmente são demorados e complexos neste setor.
Softwares de Planeamento e Programação da Produção como o Siemens Opcenter APS são capazes de ajudar mesmo indústrias alimentares com operações mais complexas a vencer estes desafios. Já contámos por aqui como a Dauper revolucionou os seus resultados com a utilização do Opcenter APS e a consultoria da NEO. Vale a pena consultar e descobrir como o planeamento de um mês passou a ser feito em apenas 10 minutos. Como a Dauper se transformou e gerou resultados com o Preactor.
Quer saber mais sobre a atuação da NEO junto da indústria alimentar? Aceda à nossa página exclusiva.
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